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História

Fundada em 16 de julho de 1949, no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte (MG), a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) é uma entidade civil sem fins lucrativos, credenciada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para fazer o registro genealógico oficial dos animais da raça Mangalarga Marchador.

Maior entidade de criadores de equinos de uma mesma raça na América Latina, a ABCCMM funciona, desde Janeiro de 2002, em sede própria, localizada em terreno de mil m² de área construída, na Avenida Amazonas, nº 6.020 – Parque da Gameleira, Belo Horizonte (MG), CEP 30.510-000 – telefax (31) 3379-6100. A entidade possui também três andares no Edifício Bom Destino, no Centro de Belo Horizonte, à Rua Goitacazes, 14. Desde 1997, a ABCCMM mantém home-page na internet para uma melhor comunicação com seus associados e colaboradores, através do endereço eletrônico: www.abccmm.org.br. Diariamente o site recebe cerca de 30 mil acessos.

Missão, Visão e Valores

História da Raça

Mangalarga Marchador

     A raça Mangalarga Marchador é tipicamente brasileira e surgiu há cerca de 200 anos na Comarca do Rio das Mortes, no Sul de Minas, através do cruzamento de cavalos da raça Alter – trazidos da Coudelaria de Alter do Chão, em Portugal – com outros cavalos selecionados pelos criadores daquela região mineira.
     A base de formação dos cavalos Alter é a raça espanhola Andaluza, cuja origem étnica vem de cavalos nativos da Península Ibérica, germânicos e berberes. Os cruzamentos dessas raças deram origem a animais de porte elegante, beleza plástica, temperamento dócil e próprios para a montaria.
     Os primeiros exemplares da raça Alter chegaram ao Brasil em 1808, com D. João VI, que se transferiu para a Colônia com a família real. Os cavalos dessa raça eram muito valorizados em Portugal e a família real investia em coudelarias (haras) para o aprimoramento da raça. A Coudelaria de Alter foi criada em 1748 por D. João V e viveu momentos de glória durante o século XVIII, formando animais bastante procurados por príncipes e nobres europeus para as atividades de lazer e serviço.
     Minas Gerais já se destacava como centro criador de equinos desde o século XVIII e a chegada dos cavalos da raça Alter veio aprimorar ainda mais seus criatórios. A Comarca do Rio das Mortes tinha um potencial de ouro muito baixo, mas chamou a atenção dos colonizadores por causa das suas boas condições para a criação dos animais. Havia água em abundância e a vegetação era constituída de matas, capões e ervas pardacentas, adequadas para a produção de forragem.
     O Mangalarga Marchador teve como berço a fazenda Campo Alegre, no Sul de Minas. Ela pertencia a Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, a quem é atribuída a responsabilidade pela formação da raça. A fazenda era uma herança de seu pai, João Francisco Junqueira. Outro fazendeiro importante na história do Mangalarga Marchador foi José Frausino Junqueira, sobrinho de Gabriel Junqueira. Exímio caçador de veados, José Frausino aprendeu a valorizar os cavalos marchadores por serem resistentes e ágeis para transportá-lo em suas longas jornadas.
     Há várias versões para o nome Mangalarga Marchador, mas a mais consistente está relacionada à fazenda Mangalarga, localizada em Pati do Alferes, no Rio de Janeiro. O nome da fazenda era o mesmo de uma serra que existia na região. Seu proprietário era um rico fazendeiro que, impressionado com os cavalos da família Junqueira, adquiriu alguns exemplares para os passeios elegantes realizados no Rio de Janeiro. Quando alguém se interessava pelos animais, ele indicava as fazendas do Sul de Minas. As pessoas procuravam os fazendeiros perguntando pelos cavalos da fazenda Mangalarga e esta referência se transformou em nome. Já o nome Marchador foi acrescentado pelo fato de alguns daqueles cavalos terem a função de marchar em vez de trotar.
 

Diretoria

Jayme Villas Boas

Cargo: Presidente

Empresa: Haras Lago Negro

Antônio Fernando Theófilo Negreiros

Cargo: Vice Presidente

Empresa: Haras A3

Júlio Nogueira Soares

Cargo: 1º Secretário

Empresa: Haras Estrela

Lucas Simões Pacheco de Miranda

Cargo: 2º Secretário

Empresa: Haras Taquari

Caio Viana Teixeira

Cargo: 1º Tesoureiro

Empresa: Haras Teixo

Marcelo Maia Souza Marques

Cargo: 2º Tesoureiro

Empresa: Haras Garoa

André Gonçalves Martins Santos

Cargo: Diretor de Eventos

Empresa: Haras Mesadinha

Manoel Moreira Campos Júnior

Cargo: Diretor de Marketing

Empresa: Haras Picadão

Francisco Vinicius de Almeida Ribeiro

Cargo: Diretor de Esporte

Empresa: Haras Amabahia

Bruno de Assis Araújo

Cargo: Diretor de Comunicação

Empresa: Haras HD

João Lajes Rocha Neto

Cargo: Diretor de Expansão Social

Empresa: Haras Maria Rocha

Bernardo Rogério de Rezende

Cargo: Diretor de Planejamento

Empresa: Haras Confrade

Paulo Magalhães Nóvoa

Cargo: Conselho Deliberativo

André Luiz Margalhão Gondim

Cargo: Conselho Deliberativo

Leonardo Loureiro Fernandes

Cargo: Conselho Deliberativo

Paulo Raimundo Couto de Oliveira

Cargo: Conselho Deliberativo

Jomar Góes Nunes

Cargo: Conselho Deliberativo

Mateus Garrido Gonçalves Braga

Cargo: Conselho Fiscal

Miguel Marques Filho

Cargo: Conselho Fiscal

José Adherbal Cardoso Linhares

Cargo: Conselho Fiscal

Marcelo Montenegro Borges

Cargo: Suplente

Luiz Francisco dos Santos

Cargo: Suplente

Edson Bastos Freitas

Cargo: Suplente